Os artefactos patrimoniais são, simultaneamente, informação e, por assim dizer, também, “enformação”, objectualidade informada e subjectividade enformada – são objectos informados pela acção dos sujeitos, segundo as coordenadas mente, tempo e lugar.

Explorar o campo das motivações e dos interesses culturais, mediados pelas reutilizações das formas legadas, buscar-lhes sentidos possíveis, conscientes de que o fazemos a partir da nossa própria subjectividade, é o propósito que nos move a partilhar, livremente, o nosso trabalho com o Património.

 

Image

Maria da Conceição Parreira Colaço (n.1954)

Museóloga: tem exercido a actividade profissional, desde há trinta anos, em museus públicos.

  • Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas – Português/Francês, Universidade de Lisboa, concluido em 1987
  • Pós-Graduação em Museologia Social, Universidade Autónoma de Lisboa, 1989-90 / 1990-91
  • Seminários  do Mestrado de Filosofia em Portugal, pela Universidade de Lisboa, 1998-99: "O Pensamento Português na Cultura Europeia do Renascimento" e "Natureza, Cultura e Ciência"
  • Mestranda em Estudos do Património, Universidade Aberta , 2005-2007
 

As razões humanas são invenções feitas no chão do tempo pela acção dos sujeitos que o pisam. Umas aparecem outras não.